Olá meu amor,
sei que precisas de tempo para limpar a mente e arrumar as ideias, depois de tudo o que aconteceu. Sei que o nós para ti é uma novidade, acredita para mim também o é, nem sei que pensar, que dizer, é tudo tão novo, tão selvagem, mas esta distância não o deixa crescer. Deixo o tempo passar, não porque me trará clareza, mas porque me trará mais perto de ti e aí sim terei respostas, não vale a pena sonhar agora... Vale a pena aguardar, deixar que a primavera desvaneça no verão do teu sorriso que me traz a esperança de algo melhor, de algo mais... Eu nunca trairia a tua confiança, eu nunca poria a tua vontade em causa, eu nunca abafaria a tua chama, a tua luz que me ilumina e me faz sorrir. Tudo é energia, criar amor e depois cair, é tão simples... Tão bom...
quarta-feira, 19 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Carta 004
Olá meu amor,
repouso um pouco, enquanto não chegas, reparo-me, preparo-me, para o que há-de vir. Quero estar presente, trazer a bagagem organizada para não atrapalhar a tua vinda para mim. Abraço-te como duas metades da mesma laranja e suspiramos no mesmo ritmo, sentimos-nos cada vez mais próximos, quase a levitar. Naquele momento que nos beijamos, sentimos os nossos corpos pulsar, gritar! A saudade era tanta que me fez esquecer o tempo que passou, como se apenas tivesse entretido o tempo enquanto te esperava.
Agora tudo se deslinda e encontramos a paz que nos faltava um no outro, olhamos-nos sem mover um dedo, sem gesticular, cara a cara, ninguém avança para um beijo, apenas sorrimos, e talvez haja um ou outro beijo à "esquimó", sentados no sofá. Fiz-te tanta falta como tu a mim e nesse momento beijamos-nos mais e mais...
repouso um pouco, enquanto não chegas, reparo-me, preparo-me, para o que há-de vir. Quero estar presente, trazer a bagagem organizada para não atrapalhar a tua vinda para mim. Abraço-te como duas metades da mesma laranja e suspiramos no mesmo ritmo, sentimos-nos cada vez mais próximos, quase a levitar. Naquele momento que nos beijamos, sentimos os nossos corpos pulsar, gritar! A saudade era tanta que me fez esquecer o tempo que passou, como se apenas tivesse entretido o tempo enquanto te esperava.
Agora tudo se deslinda e encontramos a paz que nos faltava um no outro, olhamos-nos sem mover um dedo, sem gesticular, cara a cara, ninguém avança para um beijo, apenas sorrimos, e talvez haja um ou outro beijo à "esquimó", sentados no sofá. Fiz-te tanta falta como tu a mim e nesse momento beijamos-nos mais e mais...
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Carta 003
não consigo tirar o teu perfume da minha cabeça, e o pior, bem ainda discuto comigo próprio se é bom ou mau, é que também tenho o teu perfume no meu corpo. Dou um passo e está lá, faz-me relembrar o teu olhar, o teu beijo, a noite em que estavas vestida de vermelho, simplesmente deslumbrante, uma visão indelével.
A noite alongou-se em vários copos de vinho que saltavam das garrafas e diziam bebe-me, perde-te em mim e assim fizemos, assim fomos, assim dançamos, como se fosse o último dia, o último copo... o último beijo... Não sei no que se perderam mais os meus sentidos, se no teu cheiro, se no teu corpo, se no teu vestido da cor da alegria que corria em cada copo que bebíamos à espera de mais um beijo.
Ambos sabíamos que vinha aí uma avalanche, já antes tinha espreitado, mas desta vez havia algo mais, fomos mais, bebemos demais, dançamos ao som da música, da etérea melodia que nos faz mover os corpos.
Cada vez que me sentir vazio vou pedir mais de ti e espero que tragas o vinho... e tudo o que há em ti, para partilharmos nós... assim daquele jeitinho doce, do orgulho que tenho por ti meu amor.
Subscrever:
Comentários (Atom)

